Jatobá - Melhores usos e características - Madepal - Portas e Janelas BH
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Jatobá – Melhores usos e características

Jatobá – Melhores usos e características

Também conhecido pelo apelido de Cerejeira Brasileira, vindos principalmente de países da América Central (México, Cuba), da América do Sul (Brasil, Bolívia, Peru) e outros países do Caribe e das Antilhas.

A cor característica da madeira de jatobá é um marrom médio, nem muito claro nem muito escuro, variando de vermelho a laranja com listras escuras, e com uma mistura de tons cujas variações de cor o tornam um pavimento muito natural e elegância O jatobá se caracteriza por ser uma madeira muito elegante, de tom avermelhado e de grande densidade.

Jatobá – Características:

A madeira de jatobá é definida por sua extraordinária dureza, a elegância de sua cor e sua versatilidade, já que é um material que oferece um resultado fabuloso tanto em ambientes internos quanto externos.

Outra característica da madeira de jatobá é sua grande resistência à água e umidade. Como pavimento externo, podemos destacar sua resistência a fungos, cupins e outros insetos, embora possa ser afetado por xilófagos marinhos.

Além da durabilidade, a madeira Jatobá é reconhecida por sua beleza incomparável. No tronco recém-cortado, o cerne varia de cor, do vermelho salmão ao marrom alaranjado. Com o passar do tempo fica mais escuro, adotando um tom avermelhado profundo acompanhado de um brilho dourado que é muitas vezes marcado com listras castanho-escuras.

Jatobá – Usos:

As plataformas de jatobá são sem dúvida o principal uso desta madeira.

Na construção civil: dormentes externos e dormentes. Pesagem interna: vigas, vigas e treliças. Leve: molduras, portas, janelas e tiras para quadros.

Decoração interna leve: molduras como painéis, elementos para teto, tiras de língua e ranhura. Pisos: mesas, tiras, parquet e degraus. Móveis de alta qualidade: móveis finos. Artigos esportivos e brinquedos, alças para ferramentas, implementos agrícolas, peças torneadas e para transporte.

Outras madeiras tropicais

– Ébano

O ébano é uma madeira de cor negra intensa que vem da ilha do Sri Lanka ou do Gabão. Essas árvores não são grandes nem abundantes, o que tem aumentado seu preço.

É caracterizada por uma alta densidade – afunda na água – e dureza. Sua bela veia, em marrom escuro e preto, faz com que seja solicitado para trabalhar em armários de luxo.

Uma variedade muito apreciada é o chamado ébano de Makassar, originalmente das Ilhas Celebes, na Indonésia.

Mogno

Com tons avermelhados e veias alongadas, o mogno é uma madeira nativa da América e introduzida na Europa pelos espanhóis no século XVI.

É fácil de secar, serrar, polir e envernizar, proporcionando acabamentos perfeitos em móveis (mesas, cadeiras, armários, molduras interiores) e revestimentos. Como curiosidade, é uma das madeiras preferidas também pelos escultores.

– Jacarandá

O jacarandá, ou pau-rosa  é uma madeira nobre muito decorativa, adequada para móveis de alta qualidade.

Ele vem de várias espécies de árvores da África, América e Ásia. Com uma veia muito marcada, é fácil secar e mecanizar. Por esse motivo, são obtidas folhas de alta qualidade. Também é usado para fazer instrumentos e peças torneadas, como joalheiros.

– Zebrano

Outra madeira nobre pela sua escassez e beleza é o zebrano. De origem africana, é reconhecida por uma cor de palha e suas múltiplas faixas marrons escuras ou pretas, lembrando a pele das zebras (daí seu nome). As árvores podem atingir até 45 metros de altura e não é uma madeira fácil de trabalhar, embora serrar seja fácil. No entanto, é geralmente usado em pisos, revestimentos decorativos e carpintaria interior, em geral.

Wengué

Durante anos, o acabamento “cor wengé” – um intenso preto violeta com reflexos castanhos escuros – é popular na decoração. Esta madeira vem de árvores africanas e, como o ébano, é densa, dura, não deformável e resistente à umidade e microorganismos. Pode ser usado em ambientes fechados e ao ar livre: janelas, escadas, rodapés, parquete e, sobretudo, móveis volumosos, retos e curvos.

Bambu

O bambu nasce naturalmente durante todo o ano e atinge até 25 metros de altura. Originário da Ásia, América Central e África, “além de ser sustentável, o bambu é caracterizado por sua dureza, estabilidade e durabilidade”, diz Verónica Sancho.

Sua capacidade elástica lhe confere uma resistência à tração três vezes maior que o aço, e é por isso que também é conhecido como aço vegetal ou grama de aço. E sim, o bambu é cilíndrico, mas é fácil transformá-lo em placas para ser usado em revestimentos e móveis.

No caso particular das paletes de bambu, trata-se de um material que não é muito sensível à umidade e às mudanças de temperatura. Portanto, é ideal para a colocação de piso radiante e pisos em ambientes húmidos, como cozinhas e casas de banho.

Teca

A teca é conhecida como a rainha das madeiras: sua beleza aumenta à medida que envelhece. É originalmente da Birmânia e, atualmente, sua disponibilidade é escassa. Há também plantações na África e na América Central, mas a qualidade não é a mesma.

A teca é estável em ambientes em mudança, não racha, deforma ou quebra, daí a sua popularidade. De construções navais – bem a água salgada – a terraços e jardins.

– Ipê

A madeira de ipê é de origem americana e compartilha com o restante da dureza, durabilidade e resistência tropicais. Não é fácil trabalhar em detalhes: melhor escolha para plataformas e pérgulas do que móveis.

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